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Carlos
Tramujas: Realizamos
a desfolha com as seguintes finalidades:
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Reduzir o tamanho das folhas da árvore.
Um
dos objetivos principais da desfolha é a redução do tamanho das
folhas, com a finalidade de obtermos resultados mais harmônicos e
proporcionais, principalmente quando trabalhamos com bonsai de
pequeno e médio porte. Como normalmente a desfolha é feita no
verão onde o vigor da brotação é inferior ao que ocorre na
primavera, as folhas se desenvolvem naturalmente menores. Após
alguns anos consecutivos utilizando o método da desfolha é possível
conseguirmos folhas com um tamanho até vinte vezes inferior ao
tamanho das folhas de plantas cultivadas no campo, por exemplo. |

3 - Uso correto do desfolhador em Acer palmatum. O peciólo da
folha deve sempre ser cortado pela metade.
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Aumentar a ramificação dos galhos.
O
aumento da ramificação dos galhos é resultado do estimulo das
gemas dormentes e que estão presentes nas axilas das folhas.
Quando retiramos as folhas, estimulamos diretamente o
desenvolvimento destas gemas e muitas delas se transformam em
novos e pequenos galhos. Para aumentar a probabilidade destas
gemas dormentes se desenvolverem, devemos eliminar a extremidade
do galho que foi desfolhado, pois desta forma inibiremos o seu
crescimento apical, estimulando o desenvolvimento dos brotos
localizados na parte interior. Do contrário, se não eliminamos a
ponta do broto ou do galho, a força de crescimento irá para sua
extremidade fazendo com que cresça em extensão, desenvolvendo
desta forma, folhas ainda maiores o que inibirá a brotação na
parte interna. Devemos lembrar que quanto maior a ramificação
secundária e terciária da árvore, maior será a tendência
desta planta em produzir folhas menores.
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Estimular o crescimento de certas regiões da planta, inibindo o
desenvolvimento de outras.
Utilizamos
também a desfolha para favorecer o crescimento em algumas zonas
da planta, restringindo ao mesmo tempo o crescimento em outras
partes, para desta forma equilibrarmos o desenvolvimento da planta
como um todo. Se por exemplo, queremos engrossar um galho de um
Acer, quando realizamos a desfolha, eliminamos as folhas de toda a
planta, menos do galho que queremos engrossar, desta forma, esta
região da planta continuará crescendo continuamente, enquanto o
resto da planta, ficará com o crescimento parado, até que se
inicie a nova brotação. É muito comum utilizarmos este tipo de
desfolha quando queremos corrigir o diâmetro do ápice, quando
este é demasiado fino em relação ao restante do tronco.
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4
- Acer palmatum parcialmente desfolhado.
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Troca das folhas em árvores de folhas perenes, eliminando as
folhas velhas, danificadas, e com o aspecto feio.
A
desfolha neste caso serve para melhorar a estética da árvore, e
é utilizada no caso de árvores com folhas perenes, ou seja, que
não perdem as folhas no outono. Os ficus em geral são um bom
exemplo, já que não perdem as folhas e normalmente no final do
inverno, estas, apresentam um aspecto feito e amarelado. Nestes
casos, é muito conveniente trocarmos as folhas todas da árvore,
para obtermos uma folhagem nova.
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Acentuar a coloração outonal em árvores de folhas caducas.
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Um
dos motivos pelo qual desfolhamos as árvores de folhas caducas é
para acentuar a coloração outonal, assim como para garantir uma
permanência maior das folhas na planta. Se mantivermos as folhas
do crescimento primaveril, muitas vezes ao passar pelo verão as
folhas ficam levemente queimadas e quando chegam no outono, elas
secam parcialmente ao invés de assumirem a coloração outonal.
Do contrario, se fazemos a desfolha no verão, as folhas chegam no
outono, muito mais bonitas e vigorosas, tendo mais condições de
assimilarem os açucares necessários
para a mudança de cor.
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Realizar aramações durante o verão com a finalidade de refinar
a estrutura da árvore.
Quando
desfolhamos as árvores no verão, podemos aramar sem problemas,
primeiro porque a ausência total de folhas facilita muito a
colocação do arame principalmente sem danificar brotos jovens e
gemas e segundo porque o crescimento a partir da nova brotação
que muitas vezes ocorrerá no final do verão, já não é tão
intensa, o que propiciará que o arame fique muitas vezes até o
final do inverno. |
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APB:
Sabemos que muitas espécies não aceitam a desfolha. Poderia
nos exemplificar? E porque?
Carlos
Tramujas: Existem
duas situações básicas em que não realizamos a desfolha, a
primeira delas é quando a espécie não necessita, ou seja, já
apresentam folhas com um tamanho bastante reduzido, como é o caso
da Serissa, do Cotoneaster, ou da Lonicera. Nestes casos a aplicação
desta técnica é inviável, primeiro pelo trabalho exaustivo e
depois pelo pequeno resultado obtido. A segunda situação está
relacionada com a dificuldade que algumas espécies apresentam em
brotarem após a eliminação total das folhas. Como experiência
pessoal posso comentar que, sem dúvida, podemos aplicar esta técnica
na grande maioria das árvores que são trabalhadas como bonsai,
principalmente se aplicamos a técnica de uma maneira correta e
respeitando sempre a integridade da árvore. |
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5
- Utilizando a tesoura da cabo longo para realizar a desfolha em
um Acer.
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Ao
longo dos meus anos dedicados à arte do bonsai, posso dizer que já
desfolhei quase todas as espécies que passaram pelas minhas mãos,
com resultados bastante satisfatórios. Não posso deixar de
comentar sobre as espécies de coníferas em geral, como o caso
dos Juniperus, Pinus e Chamaecyparis entre tantas outras, que não
aceitam a aplicação da desfolha, com o risco de perdermos a
planta. Por outro lado, a grande maioria das caducifólias suporta
bem esta técnica, com poucas exceções, como é o caso do Ginkgo
biloba, que
apresenta uma brotação falha após a aplicação da técnica.
Mesmo no Acer palmatum
atropurpureum, por exemplo, que é freqüentemente citado na
literatura como uma espécie que não tolera a
desfolha, pela dificuldade que
apresenta em
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desenvolver
suas gemas dormentes, tenho aplicado a desfolha com muito
sucesso. |
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Já
as pitangas, jabuticabas, e outras mirtáceas toleram
perfeitamente a aplicação desta técnica. A conclusão a que
chegamos com relação a esta técnica é que a medida em que
adquirimos mais experiência dentro da arte e desejamos cultivar
bonsai com mais intensidade, a desfolha se torna indispensável. |
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APB:
No caso das caducifólias, devemos fazer a desfolha se elas
por si próprias não se desfolharem na época propícia?
Carlos
Tramujas: Este
já é outro caso. Como comentei anteriormente, podemos ter como
referência de melhor época para realizarmos a desfolha, meados
do verão, ou seja, Janeiro e Fevereiro, pois nesta época as árvores
têm reservas suficientes para brotarem, mas não com o mesmo
vigor da primavera. Na realidade quando fazemos a desfolha no verão,
induzimos a planta a pensar que está diante de uma nova
primavera. No caso da sua pergunta em específico, realizaremos a
desfolha, só que na época de perda normal das folhas, ou seja,
na entrada ou entre o outono. Isto se faz necessário quando
cultivamos árvores caducas em regiões onde o inverno não é
rigoroso o suficiente para fazer as plantas entrarem em dormência.
Em alguns casos as árvores cultivadas nestas condições perdem
apenas parte das folhas, e o restante deve ser eliminado
manualmente. Este processo ajuda um pouco na adaptação da árvore,
mas sem as horas de frio suficientes, dificilmente esta planta se
desenvolverá em sua plenitude, como, por exemplo, apresentando as
bonitas colorações outonais. |
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APB:
E a desfolha parcial para incentivar a brotação. Poderia nos
esclarecer?
Carlos
Tramujas: A
desfolha parcial já foi comentada anteriormente, e é uma das
maneiras de estabelecermos um equilíbrio na harmonia entre todas
as zonas da árvore. Podemos utilizá-la para engrossar um
primeiro galho, por exemplo, deixando-o crescer a medida em que
desfolhamos o restante da planta, ou mesmo para engrossar o ápice
no caso de uma poda radical com a substituição do líder. O
importante a entendermos no caso da desfolha parcial, é que o
elemento da planta que continuar com folhas, seja o galho, o ápice
ou mesmo um pequeno broto, ele será privilegiado em crescimento,
em relação ao restante dos elementos que formam a estrutura da
árvore e que foram desfolhados.
Quando
falamos em desfolha parcial total da planta, nos referimos na
eliminação de uma certa porcentagem da massa verde, para
facilitarmos a ventilação e a entrada do sol, como no caso das
Bougainvilleas (Primaveras) que brotam com muito vigor, formando
massas de folhas demasiadamente densas e compactadas. É
importante nestes casos eliminarmos as folhas velhas e grandes e
tentarmos fazer com que a copa da árvore respire melhor. Desta
forma também prevenimos que os pequenos brotos situados no
interior da árvore não sequem
por falta de luz. Esta operação é considerada mais uma limpeza
do que propriamente uma
desfolha. |
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APB:
Mesmo considerando que nosso país tem dimensões continentais,
Carlos, dá para formular uma regrinha sobre desfolha com relação às épocas?
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6
- Maneira correta de cortar as folhas de um Ficus.
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Carlos
Tramujas: Se
entendermos o processo, podemos realizar a desfolha, mesmo sem
olharmos para o calendário. O primeiro que devemos observar é
que as folhas estejam realmente maduras, ou seja, no máximo do
seu tamanho natural e desenvolvimento. O segundo ponto está em
observarmos o crescimento geral da planta. O momento da desfolha
é justamente entre uma fase de crescimento e outra. Isto pode
parecer confuso, mas é fácil de entendermos se observamos, por
exemplo, o crescimento de um Acer que começa a se desenvolver com
vigor na primavera, onde os brotos podem atingir mais de um metro
se deixados crescerem livres. |
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Após
este período de brotação intensa, a planta para de crescer por
um período, como se estivesse descansando, isto ocorre
normalmente no final da primavera e continua até praticamente a
metade do verão, onde reinicia seu crescimento, só que desta vez
com menos vigor e intensidade. |
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O
ponto correto para realizarmos a desfolha é momentos antes da
planta reiniciar esta segunda fase de crescimento. No caso do Acer
e das caducifólias em geral é mais fácil identificarmos esta
situação, mas com um pouco de prática passaremos também a
identificar nas demais espécies. Estes “melhores momentos” é
que definem a quantidade de desfolhas que podem ser realizadas
durante o ano, sem estressar demasiadamente as plantas. As
bougainvilleas, por exemplo, podem facilmente ser desfolhadas duas
ou até três vezes ao longo do ano, principalmente em regiões
com climas favoráveis e sem invernos definidos. Como regra básica
para quem esta começando, a metade do verão sem dúvida, é o
melhor momento. Outro conselho é que comecem apenas com uma
desfolha por ano independente da planta, até conhecerem melhor as
espécies com que estão trabalhando no momento. |
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APB:
Planta debilitada ou doente, pode ser desfolhada?
Carlos
Tramujas: Este
é um dos principais comentários a ser feito nesta entrevista. Não
adianta de nada conhecermos as técnicas em profundidade, aplicá-las
corretamente, se nossas árvores não tem condições de suportá-las.
A desfolha jamais deverá ser aplicada em plantas debilitadas,
fracas ou mesmo doentes, com risco de perdermos galhos inteiros e
até mesmo a planta toda. A recuperação da planta após a
eliminação total das folhas requer uma energia muito grande,
portanto devemos antes de fazer a desfolha estarmos atentos para
três pontos importantes:
O primeiro está relacionado com a adubação,
pois se adubarmos a planta no momento da desfolha, existe a
probabilidade das folhas novas virem ainda maiores que as
anteriores. Para evitarmos esta surpresa é conveniente
realizarmos a ultima adubação duas ou três semanas antes de
desfolharmos, sendo que voltaremos a adubar se for necessário,
somente depois do amadurecimento completo das folhas novas.
O
segundo ponto diz respeito à aplicação da desfolha na época
mais adequada, principalmente em regiões com estações
definidas, com é o caso do sul do Brasil. Se desfolharmos muito
tarde nestas regiões, a planta não terá capacidade de brotar
antes de entrar no outono e enfraquecerá bastante.
O terceiro
ponto está diretamente relacionado com os cuidados básicos após
a desfolha. Não devemos esquecer que a absorção de água pelas
plantas com a ausência total de folhas é muito pequena ou quase
nula, portanto é conveniente também controlarmos a freqüência
da rega, deixando que o substrato seque levemente entre uma rega e
outra. Após a brotação, voltaremos a regar de forma normal. O
excesso de água no momento da brotação também poderá aumentar
significativamente o tamanho das folhas. O sol é um redutor
natural do tamanho das folhas, portanto o melhor após a desfolha
é colocarmos a planta a pleno sol, se por acaso for uma espécie
mais sensível, deveremos protegê-la apenas nas horas mais
quentes do dia. Plantas cultivadas em ambientes sombreados têm
naturalmente as folhas maiores do que aquelas cultivadas a pleno
sol. Se por acaso temos uma planta doente ou debilitada, deveremos
sempre em primeiro lugar recuperar esta planta, antes de
aplicarmos qualquer tipo de técnica de poda ou de modelagem. |
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APB:
Cronologicamente, desfolha, aramação, poda de raízes e
transplante podem ser feitos num mesmo momento?
Carlos
Tramujas: Podem
em algumas espécies, desde que sejam previamente preparadas para
agüentar isso tudo de uma só vez. Como a maioria das desfolhas são
realizadas em pleno verão, este sem dúvida não seria o melhor
momento para transplantarmos, mas o que podemos fazer sem dúvida
é passar um bom arame. As espécies de Ficus em geral toleram a
aplicação destas operações simultaneamente. Na Espanha, onde
trabalhei, os Ficus eram desfolhados, aramados e transplantados de
uma só vez e durante o pleno verão. Os motivos principais são,
que a brotação da primavera como é mais intensa resultava em
brotações muito vigorosas e, portanto com folhas muito grandes. |

7
- Galho de Ficus desfolhado. A extremidade dos ramos deverá
sempre ser eliminada para estimular a brotação nas zonas
internas dos galhos.
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Outra
coisa é que ajudava também a aliviar um pouco o excesso de
tarefas com as demais espécies na entrada da primavera. As técnicas
de desfolha e aramação quase sempre devem caminhar juntas, uma
complementando a outra. |
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APB:
Carlos, muito se fala em desfolha manual ou cortando a folha
com tesoura preservando o pecíolo. Poderia nos esclarecer esse
assunto?
Carlos
Tramujas: A
desfolha com a pinça desfolhadora ou mesmo com a tesoura é muito
trabalhosa, principalmente em árvores grandes e frondosas e
muitas vezes durante o processo dá vontade de arrancarmos as
folhas com as mãos para terminarmos de uma vez.
Antes
de comentarmos sobre plantas específicas, devemos entender o que
nos leva a optar por um método ou por outro. Sempre o método
manual, arrancando as folhas com os dedos será o mais fácil e o
mais rápido, mas para aplicá-lo com segurança, antes devemos
observar as gemas dormentes nas axilas das folhas (ponto de inserção
do pecíolo no galho) e fazermos um teste.
Arrancamos algumas
folhas isoladamente e observamos o estado em que ficou a gema
dormente. Em algumas situações quando arrancamos uma folha, a
gema se destaca do galho e acaba saindo junto com ela, presa ao
pecíolo, em outros casos, apesar da gema permanecer no galho fica
muito danificada. Um dos fatores de extrema importância que ajuda
a minimizar estas dificuldades é que sempre devemos levar em
conta o sentido em que arrancamos as folhas e este deverá ser
sempre no sentido da extremidade do galho.O Acer palmatum é uma espécie que devemos desfolhar sempre
utilizando a tesoura, pois suas gemas são muito sensíveis. A
maneira correta de fazermos é cortarmos os pecíolos das folhas
pela metade, sendo que depois de alguns dias, estes cairão
sozinhos.
No Acer
buergerianum, por exemplo, a desfolha pode ser manual, e o que
fazemos é fecharmos a mão na base do galho com uma leve pressão
e puxamos em direção a sua extremidade, arrancando desta forma
todas as folhas. Se por acaso não saírem todas, no final do
processo repassamos galho por galho eliminando as que
permaneceram, mas sempre prestando a atenção no sentido em que
as arrancamos. Com os ficus em geral podemos proceder da mesma
forma, assim como com as jabuticabeiras, pitangueiras, ulmus e
muitas outras espécies. |
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